Prezados colegas,

È preciso descobrir novos caminhos e modos de atuar que favoreçam um diálogo com a tecnologia ao promover a inclusão digital
Procuramos com a capacitação de Mídias na escola promover uma situação de mão dupla em que haja trocas, negociação compartilhada e cooperação.
Sucesso à todos.
Equipe do NTE/Paracatu

Vazante

Hoje, 06 de março, estamos em Vazante, trabalhando na EE. Pedro Pereira. As colegas estão fazendo blogs.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Secretaria de Estado de Educacão- MG

Acesse o site da educação: www.educacao.mg.gov.br
Notícia urgente:

Publicada resolução que convoca servidores designados para imediato retorno ao trabalho

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Documento estabelece o prazo de 48 horas para que os profissionais designados retomem suas atividades
A Secretaria de Estado de Educação (SEE) publicou no jornal Minas Gerais desta quarta-feira (21-09) uma resolução convocando os professores designados que ainda não retornaram às salas de aula. De acordo com a Resolução nº 1936, os docentes terão 48 horas para retornarem ao trabalho. Caso o retorno não se dê, a Secretaria tomará as medidas legais cabíveis a partir da próxima segunda-feira (26-09).
O documento foi publicado após o Tribunal de Justiça do Estado determinar, na último dia 16-09, o retorno imediato dos profissionais da educação que aderiram ao movimento paralisação parcial.  A decisão do desembargador Roney Oliveira considerou a paralisação dos professores como abusiva e estabeleceu multa diária ao sindicato da categoria enquanto durar o movimento. A multa começou a ser cobrada nesta segunda-feira (19-09).
Os levantamentos diários feitos pela Secretaria apontam que a paralisação vem perdendo força no Estado. O último relatório, divulgado ontem (20/09), apontou que 22 escolas (0,58%) estavam totalmente paradas em um universo de 3.779 escolas. O total de professores que permanece parado equivale a 6% do corpo docente do Estado.
Devido à paralisação parcial dos profissionais da educação, a SEE-MG já iniciou o processo de contratação de professores substitutos para todas as séries dos ensinos fundamental e médio. De acordo com o último levantamento da SEE, já foram contratados 2.877 professores substitutos.

A arte de produzir fome


A arte de produzir fome


Adélia Prado me ensina pedagogia. Diz ela: "Não quero faca nem queijo; quero é fome". O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo. Se não tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo, eu dou um jeito de arranjar um queijo...
Sugeri, faz muitos anos, que, para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por acaso, ainda não as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme "A Festa de Babette", e a Tita, em "Como Água para Chocolate". Babette e Tita, feiticeiras, sabiam que os banquetes não começam com a comida que se serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a arte de produzir fome...
Quando vivi nos Estados Unidos, minha família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis.
Não admitia que uma criança se recusasse a comer a comida que era servida. Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo, comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi preciso parar o carro para que vomitassem. Sem fome, o corpo se recusa a comer. Forçado, ele vomita.
Toda experiência de aprendizagem se inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do latim "affetare", quer dizer "ir atrás". É o movimento da alma na busca do objeto de sua fome. É o Eros platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto sonhado.
Eu era menino. Ao lado da pequena casa onde morava, havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos, olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia.
Eram pequenas, redondas, vermelhas, brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo. Eu queria comê-las.
E foi então que, provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as ditas frutinhas, minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine se a vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim, tivesse me dado um punhado das ditas frutinhas, as pitangas. Nesse caso, também minha máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio de um atalho, sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso também: se o desejo for satisfeito, a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.
Provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. "Pule o muro à noite e roube as pitangas." Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo.
Mas o desejo continuou e minha máquina de pensar tratou de encontrar outra solução: "Construa uma maquineta de roubar pitangas". McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões dos olhos, facas são extensões das unhas.
Uma maquineta de roubar pitangas teria de ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei um pedaço de bambu. Mas um braço comprido de bambu, sem uma mão, seria inútil: as pitangas cairiam.
Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura a fruta. Feita a minha máquina, apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso também: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora se eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubar pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio, não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. E anote isso também: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido.
Dizia Miguel de Unamuno: "Saber por saber: isso é inumano..." A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por fazer uma maquineta de roubá-los. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja...

Sugestões, dúvidas envie para o e-mail:

angelamariano60@hotmail.com

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Canção: As baleias de Roberto Carlos

As quatro operações

Aprender brincando!
http://revistaguiafundamental.uol.com.br/professores-atividades/81/as-quatro-operacoes-estao-em-jogo-somar-dividir-subtrair-194509-1.asp

Portal do Professor

portaldoprofessor.mec.gov.br

Filme: Vista minha pele

Vídeo: Pássaro de Fogo

Vídeo: O sapo não lava o pé

NTE11/SRE/PARACATU - Mídias na Escola

Curta na escola

www.curtanaescola.org.br

O PROJETO CURTA NA ESCOLA
» O PROJETO

O que é o projeto Curta na Escola?

A idéia de incentivar o uso de filmes de curta metragem brasileiros como material de apoio pedagógico em salas de aula já existia desde o início do projeto Porta Curtas Petrobras, em agosto de 2002.

Em março de 2006, através da ativação do módulo Curta na Escola, passamos a oferecer indicações de uso pedagógico para boa parte do acervo de centenas de filmes cuja exibição na íntegra é disponibilizada através do site.

Pedagogos especializados passaram a contribuir com sugestões - pareceres pedagógicos sobre como utilizar cada filme indicado na abordagem de variadas disciplinas e temas transversais, em todos os níveis de ensino.

A adesão imediata de um grande número de professores, baixando os pareceres e elogiando o serviço, motivou o desenvolvimento do Projeto Curta Na Escola, que reúne neste website um conjunto de ferramentas interativas integralmente dedicadas a promover o uso dos curtas-metragens brasileiros na educação.

Aqui, professores cadastrados compartilham suas vivências em torno da utilização dos curtas em sala de aula através de comentários aos filmes, discussões no fórum e, principalmente, do envio de relatos de suas experiências com a exibição de filmes aos alunos. Tais relatos integram um grande banco de experiências educacionais, permanentemente aberto para consultas por todos.


O projeto é aberto a professores de todo o Brasil, e tem por objetivo constituir uma Comunidade Nacional de Aprendizagem em torno da construção colaborativa de conteúdos relacionados ao uso dos curtas-metragens brasileiros em escolas de todo o país.

Proposta Pedagógica

O curta-metragem brasileiro apresenta diferenciais educacionais importantes, quando comparado a outros conteúdos:

Este tipo de conteúdo, por ser produzido no Brasil e por realizadores brasileiros, representa nossa sociedade e a nossa cultura;

A qualidade da produção brasileira de filmes neste formato é reconhecida em todo o mundo por sua excelência;

Sua curta duração, geralmente próxima a 15 minutos, faz do curta-metragem o formato ideal para utilização em sala de aula, permitindo que os filmes sejam aplicados como “porta de entrada” de um assunto, fonte adicional de informação, motivação para debater um tema ou para “coroar” o final de um projeto.

O potencial do uso do audiovisual na educação, em geral, não é novidade, mas as formas de sua implementação prática vêm evoluindo bastante, indicando caminhos mais elaborados para se lograr sucesso.

"Trabalhar com recursos audiovisuais nas diversas áreas do conhecimento tornou-se uma imposição dos tempos atuais. As possibilidades de uso do cinema na escola são inúmeras, já que ocorrem muitas conexões com Literatura, História, Artes e Temas Transversais. Não é novidade que podemos falar das possibilidades de uso de filmes em qualquer contexto educacional. (...) mas apresentar um filme como forma de ilustrar um conteúdo de forma tradicional pode se mostrar tão ineficaz quanto a adoção de alguns livros didáticos. (...) Essa é uma questão urgente que exige criatividade, ousadia, experimentação, o que, normalmente, nos deixa inseguros. Como todas as ações em Educação, um trabalho de troca e reflexão entre educadores promove a ampliação das possibilidades didáticas de uso das obras."



Gilson Schwartz
Idealizador da Cidade do Conhecimento, USP

Com essa intenção, nasceu o projeto Curta na Escola e seu desdobramento, a Coleção Curta na Escola, promovendo a interação, o debate, o registro e a construção contínua e colaborativa de conhecimento sobre a utilização dos curtas-metragens brasileiros na educação.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Domínio Público

Domínio Público

Site mantido pelo governo federal, onde estão disponibilizados vários arquivos de programas educacionais, em áudio e vídeo, para assistir online ou para download. Muito interessante, vale uma visita.
www.dominiopublico.gov.br/

Filmes favoritos

  • 2012
  • A cor da rosa
  • A era do gelo
  • Ao mestre, com carinho
  • E o vento levou
  • O dia depois de amanhã
  • Sociedade dos poetas mortos

Qual o papel do educador neste contexto das novas tecnologias?